CEF PLACA PORTA VETORES

No sábado, 13 de junho, a Associação F/SOS inaugurou oficialmente a Centro de Experimentação da Fotografia (CEF), um novo espaço cultural dedicado à fotografia, à educação, ao património e à criação contemporânea na Foz do Arelho.

Localizado no interior do Casa Museu Jaime Umbelino, o MIE passa a ser a sede física da F/SOS – Fotografia, Solidariedade e Obras Sociais e o centro central da F/262 – Festival Internacional de Fotografia, criando um espaço permanente para exposições, workshops, projetos de investigação, palestras de artistas, iniciativas comunitárias e experimentação fotográfica ao longo do ano.

A abertura marcou um novo capítulo importante para a associação e para a comunidade local. Alojado num edifício generosamente doado por escritor, linguista e educador Jaime Umbelino Para o povo da Foz do Arelho, o espaço continua a sua visão da cultura e da educação como ferramentas para o desenvolvimento comunitário.

Para comemorar este marco, a inauguração foi acompanhada pelo plantio de uma oliveira sagrada e a atribuição da distinção Guardião da Oliveira Sagrada à F/SOS, à Junta de Freguesia da Foz do Arelho e à Casa Museu Jaime Umbelino.

A iniciativa faz parte do projeto A Oliveira Sagrada – Casa da Memória e Centro Criativo, desenvolvido pelo Clube UNESCO de Louriçal do Campo e ligado à Rede Portuguesa de Associações e Clubes UNESCO. O projeto promove a memória, o património cultural, a paz, a sustentabilidade e o diálogo intergeracional através do significado simbólico e histórico da oliveira.

A árvore recém-plantada está agora ao lado do museu e do CEF como um símbolo vivo de continuidade, resiliência e comunidade, ligando a Foz do Arelho a uma rede mais vasta de iniciativas culturais e educativas inspiradas nos valores da UNESCO.

A inauguração também deu as boas-vindas aos visitantes das primeiras exposições do MIE, incluindo: Luz permanente, apresentada no âmbito das celebrações internacionais do 200o Aniversário da Fotografia, e a instalação multimédia que acompanha Jagozes – Entre o mar e a permanência pelo fotógrafo Nuno Rocha.

Mais do que a abertura de um novo local, a criação do MIE representa um compromisso a longo prazo com a cultura, a educação, a fotografia e a participação da comunidade, estabelecendo uma casa permanente para a cultura visual na região e reforçando as bases para futuros projetos desenvolvidos pela F/SOS e pelo F/262 – Festival Internacional de Fotografia.

A fotografia preserva a memória. As comunidades criam-no. O MIE torna-se agora um lugar onde ambos podem crescer em conjunto.

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